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Lu Lacerda

Por Lu Lacerda Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Jornalista apaixonada pelo Rio

Quantos ambulantes cabem nas proximidades do Museu do Amanhã?  

Carrinhos, triciclos e barracas fazem parte do movimento da região, mas a prefeitura diz que deve existir alguns irregulares ali

Por Daniela 13 out 2026, 17h50 | Atualizado em 13 out 2026, 18h34
Pessoas caminham em uma praça ensolarada com o Museu do Amanhã ao fundo, sua arquitetura branca e futurista se destaca. Vendedores ambulantes oferecem óculos de sol em uma mesa e bebidas em carrinhos coloridos, sob um céu azul claro. Palmeiras e o mar completam o cenário.
Camelôs na Praça Mauá, nas proximidades do Museu do Amanhã  (William Vorhees/Divulgação)
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Quantos ambulantes cabem nas proximidades do Museu do Amanhã?   Priorizar nos meus resultados Google
Homem de boné e camiseta azul sentado em cadeira de praia, de costas, ao lado de um carrinho de bebidas com guarda-sol vermelho. Ao fundo, o Museu do Amanhã e outros carrinhos de açaí e comida, sob céu azul claro
Os muitos carrinhos (William Vorhees/Divulgação)

O produtor e consultor cultural William Vorhees tem “vigiado” a região da Praça Mauá, nas proximidades do Museu do Amanhã e, nesta terça (13/10), um dia depois do feriado, enviou fotos da concentração exagerada de ambulantes. “Já venho acompanhando há um mês, porém, piorou na última semana e hoje está impraticável até de passar no acesso ao museu vindo da praça Mauá”, diz ele.

Isso porque o carnaval nem chegou e nem é feriado. A cidade tem batido recordes de visitantes –  foram 6,9 milhões de turistas nacionais entre janeiro e agosto, de acordo com dados da Prefeitura; e novo recorde no internacional, com 1,6 milhões entre janeiro e agosto, um crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2025.

Carrinhos, triciclos e barracas fazem parte do movimento da região. Nas imagens, porém, a quantidade chama a atenção: na entrada do museu, a arquitetura divide o protagonismo com milho, cachorro-quente e afins. Os turistas que lutem por um enquadramento.

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A reclamação de turistas na região é recorrente, principalmente no Tripadvisor (site de viagens e dicas), justamente falando sobre o desespero de quem quer fotografar a arquitetura.

Os ambulantes precisam de autorização da Prefeitura para trabalhar em espaços públicos, e a fiscalização cabe à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), por meio da Coordenadoria de Controle Urbano. A coluna entrou em contato com a Seop, que concluiu que os camelôs retratados por Vorhees são irregulares mesmo. “A Seop faz ações recorrentes de fiscalização de ambulantes na Praça Mauá. Os agentes vão verificar a situação cadastral dos ambulantes no vídeo, verificada qualquer irregularidade, serão tomadas as medidas administrativas necessárias”.

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