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Lu Lacerda

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Jornalista apaixonada pelo Rio

Torloni e Castro Neves abrem temporada de conversas na Argumento  

A Argumento, por si, já é um dos pontos culturalmente mais ativos da cidade há 47 anos, além de manter cursos, palestras e clube de leitura

Por Daniela 15 set 2026, 13h12 | Atualizado em 15 set 2026, 15h41
Cinco pessoas sorridentes posam abraçadas em frente a uma estante de livros. Da esquerda para a direita: um homem de terno azul-marinho e gravata, um homem careca de suéter preto, um homem de óculos e suéter preto, uma mulher de óculos escuros e casaco preto com estampa de onça segurando um buquê, e um homem de suéter preto e calça jeans
José Roberto Castro Neves, Antônio Florêncio de Queiroz, Marcus Gasparian, Christiane Torloni e Gabriel Chalita (Senac/Argumento/Reprodução)
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Dois músicos tocam instrumentos: um homem barbudo de camisa azul e blazer escuro toca saxofone, e um jovem de cabelo loiro e óculos redondos toca violão elétrico. Eles estão sentados em um ambiente com estantes de livros ao fundo e um letreiro laranja com SABER | Senac acima
Edgar Duvivier e Clement Courtois (Senac/Argumento/Reprodução)

A Argumento do Leblon começou a segunda (14/09) com cultura, inaugurando o “Saber Senac — Conhecimento que Conecta”, parceria com o Senac RJ, em espaço permanente de debates, lançamentos, rodas de conversa e pocket shows intimistas, num formato inspirado no “Tiny Desk”, série de concertos acústicos e intimistas criada em 2008 pela rádio pública americana NPR Music.

A Argumento, por si, já é um dos pontos culturalmente mais ativos da cidade há 47 anos, além de manter cursos, palestras e clube de leitura. Agora adicionou mais um à agenda. Na estreia, a atriz Christiane Torloni e o jurista e escritor José Roberto de Castro Neves, com mediação de Gabriel Chalita. Entre livros, leis, arte e educação, Torloni definiu a livraria como uma “trincheira de resistência cultural” e também lembrou que o livro não serve apenas para adquirir conhecimento, mas diversão, companhia e uma boa maneira de fisgar as crianças antes que o celular faça o serviço contrário.

Castro Neves falou sobre sua relação afetiva com as livrarias e a leitura, enquanto Chalita conduziu a conversa entre os territórios da cultura, da educação e do Direito. No fim, os músicos Edgar Duvivier e Clement Courtois se apresentaram.

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Marcus Gasparian também recordou a história da família, que fundou a livraria em 1979, inicialmente para ajudar a comercializar os livros publicados por seu pai, Fernando Gasparian, à frente da editora Paz e Terra. “Do aspecto histórico, que me é familiar, até os negócios digitais e o futuro”, explicou ele sobre a proposta da programação, gratuita e também com lançamentos da Editora Senac Rio e encontros sobre o futuro do comércio e os efeitos dos negócios digitais.

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