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Otavio Furtado

Por Otavio Furtado, jornalista e consultor de diversidade & inclusão Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO

Médico explica que não se deve puxar a língua em caso de convulsão

Medida foi sugerida por um dos participantes quando Henri Castelli passou mal no BBB 26

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14 jan 2026, 18h21 • Atualizado em 14 jan 2026, 19h19
Médico fala sobre convulsão de Henri Castelli
Condições causadas pela prova de resistência podem ter influenciado no quadro (Manoella Mello/TV Globo)
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  • Os dois episódios de convulsão de Henri Castelli no Big Brother Brasil movimentaram as redes sociais nesta quarta (14). Entre os assuntos debatidos estão o que pode ter causado e o que fazer em casos similares, por isso VEJA RIO conversou com um neurologista para esclarecer as dúvidas.

    Logo na primeira vez em que o ator passou mal um dos participantes falou para que puxassem a língua. Um erro comumente repetido por muitas pessoas mas que coloca quem está socorrendo em risco.

    “Não coloco a mão dentro da boca da pessoa. Tem um história de que vai segurar a língua. Se acontecer uma crise convulsiva a mandíbula pode travar de tal forma que arranca um dedo de quem for ajudar”, explica Rogerio Pfaltzgraff Lima, Neurologista do Hospital São Lucas Copacabana.

    + Como está o estado de saúde de Henri Castelli depois de convulsão

    O especialista explica ainda que não se deve colocar nenhum objeto, pois há risco que quebrar os dentes. Destaca também que é comum durante a crise que o paciente machuque a língua, mas não costuma ser grave.

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    Rogério indica o que deve ser feito nesses casos. Além de chamar assistência médica, a principal preocupação deve ser evitar o traumatismo craniano. Para que o paciente não bata a cabeça o recomendado é colocar uma almofada ou a coxa como apoio. Depois é importante virar o paciente de lado para que caso ele vomite não tenha broncoaspiração.

    + Por quê Ana Maria Braga chamou participante de “Jonas 22”?

    Também questionamos se o fato de Henri estar numa prova de resistência pode ter ajudado. “Mesmo quem nunca teve pode ter uma crise convulsiva se as condições forem propícias”, explicou. O médico citou desidratação, hipoglicemia e privação do sono como fatores que podem favorecer o surgimento do quadro.

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