Força bruta: materiais como gesso e arame ganham protagonismo nas artes
Artistas Tetê Sá e Tiago Cavaliere investigam noções de rigor e imprevisão, transparência e fragilidade em individuais no Rio
Convocando à pausa, Tetê Sá traz doze obras inéditas feitas em agulhas, cordas de pianos, fios de cabelo e cobre, pedras e papéis. A ideia em Tempo Suspenso, na Galeria Mercedes Viegas, é se apropriar da materialidade para investigar aspectos invisíveis como rigor e imprevisão.
Galeria Mercedes Viegas. Rua Abreu Filho, 5, Horto. Ter. a sex., 12h/19h. Sáb., 15h30/19h30. Grátis. Até 13 de junho.
+ Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui
Quem também explora matérias-primas usuais em suas criações é Tiago Cavaliere, em sua primeira individual, na Silvia Cintra + Box 4. Todos os Modos do Mundo apresenta quarenta esculturas e cinco vídeos, nos quais predominam o fazer manual. O carioca trabalha com gesso, madeira e arame, na intenção de dar visibilidade a objetos raros no universo das artes plásticas. As peças tensionam as noções de transparência e fragilidade.
Silvia Cintra + Box 4. Rua das Acácias, 104, Gávea. Seg. a sex., 10h/19h. Grátis. Até 12 de junho
–





