Peça denuncia a violência no cotidiano de crianças pretas e periféricas

Ninguém me Ensinou a Morrer, que estreia no Teatro Firjan Sesi Jacarepaguá, mostra como a brutalidade coloca os sonhos de um grupo de jovens à prova

Por Kamille Viola 18 jul 2025, 06h30
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Ninguém Me Ensinou a Morrer: espetáculo mostra grupo de jovens buscando abrigo durante uma operação policial (Any Duarte/Divulgação)
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Durante uma operação policial, seis jovens se refugiam no clube onde brincavam na infância.

+ Bruce Gomlevsky dirige peça inspirada em livro de Luiz Antonio Simas

Escrita e dirigida por Jailton Maia, Ninguém me Ensinou a Morrer, em curta temporada a partir de sábado (26), mostra como a violência coloca à prova os sonhos daquele grupo.

A peça retrata o cotidiano de crianças pretas e periféricas, em uma crítica ao abismo racial no Brasil.

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Teatro Firjan Sesi Jacarepaguá. Avenida Geremário Dantas, 940, Pechincha. Sáb., 19h. Dom., 17h. R$ 20,00 a R$ 40,00. Ingressos pelo sympla.com.br. Até 3 de agosto.

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