Sobrevivente do massacre do Carandiru, Luiz Paulino exibe 25 pinturas

Artista retrata a maior chacina do sistema prisional brasileiro, no Solar dos Abacaxis

Por Carolina Ribeiro 13 jun 2025, 07h29
Trauma pessoal: pintura retrata memória do artista sobre o Massacre do Carandiru
Trauma pessoal: pintura retrata memória do artista sobre o Massacre do Carandiru (./Divulgação)
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Sobrevivente da maior chacina da história do sistema prisional brasileiro, Luiz Paulino acessa um trauma pessoal para criar as 25 pinturas inéditas de O Massacre do Carandiru — 2 de Outubro de 1992. A brutalidade e a desumanização do episódio que resultou na morte de 111 pessoas se revelam em imagens repletas de cores, onde predomina o vermelho. Com curadoria de Bernardo Mosqueira e Matheus Morani, a mostra provoca uma reflexão sobre a liberdade, a partir da perspectiva dos detentos. Na visão de paulino, a arquitetura do presídio, demolido em 2002, é mais retratada do que as próprias vítimas. seu objetivo é inverter essa lógica.

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Solar dos Abacaxis. Rua do Senado, 48, Centro. Qua. a Sáb., 10h/18h. Grátis. Até 5 de julho.

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